Masturbação, sexo oral e esperma no chão: Alunos de 11 e 12 anos são levados à Unisp após ato obsceno em escola estadual
Por Por Planeta Folha | Redação - Foto Ilustrativa,Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e presume-se sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.
Uma ocorrência registrada na Escola Estadual Genival Nunes, no bairro Nova Esperança, em Vilhena (RO), chocou servidores e pais de alunos nesta quinta-feira (6 de novembro).
De acordo com o boletim de ocorrência, crianças entre 11 e 12 anos foram flagradas praticando ato obsceno dentro da sala de aula.
O caso começou quando uma menina de 11 anos, sentada em sua carteira, foi chamada por um colega. Ao virar-se, ela e outras estudantes viram o menino com as calças abaixadas, mostrando o órgão genital e se masturbando em plena sala.
Outro aluno tentou encobrir a cena, posicionando-se entre o garoto e a professora para impedi-la de ver o ato.
No entanto, as câmeras de segurança da escola flagraram algo ainda mais grave: um dos meninos aparece ajoelhado embaixo da carteira, aparentemente realizando sexo oral no colega de 12 anos.
A professora, desconfiando do comportamento dos alunos, foi verificar o que acontecia.
As testemunhas confirmaram o que haviam visto e indicaram que havia resíduo semelhante a sêmen no chão da sala, fotografado pela educadora antes da chegada da direção.
Após o registro, a professora encaminhou os envolvidos à coordenação escolar para as medidas cabíveis e acionou o Conselho Tutelar.
Pouco depois, quando retornaram à sala, as meninas que testemunharam o ato foram ameaçadas por um dos garotos envolvidos.
Segundo o boletim, o menino teria dito:
“Vocês estão todas fodidas na minha mão, vou pegar vocês na saída.”
Na sequência, outro aluno, também de 11 anos, entrou na sala e ameaçou a aluna que teria feito a denúncia, dizendo:
“Eu e o R… vamos te bater lá fora.”
As vítimas e testemunhas foram transferidas para outra sala de aula, enquanto a direção chamava os responsáveis pelos alunos.
Histórico de indisciplina e presença policial
A diretora da escola informou que um dos meninos envolvidos tem histórico de problemas disciplinares, inclusive um episódio anterior em que foi flagrado portando uma faca dentro da unidade.
Apesar das notificações anteriores, a mãe do aluno nunca compareceu à escola, segundo relatou a gestora.
Durante o atendimento, uma conselheira tutelar chegou a ir à escola, mas deixou o local antes da conclusão dos procedimentos.
Os alunos e responsáveis foram então levados à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) no carro da própria diretora, para registro da ocorrência.
A direção entregou à Polícia Civil as imagens captadas pelas câmeras de segurança, que confirmam o episódio e servirão como prova na investigação.
Com informações do site Folha do Sul Online.